PT lançará Mercadante ao governo

O PT lançará o senador Aloizio Mercadante como pré-candidato ao governo de São Paulo ainda em busca dos pequenos partidos como PRTB, PTN, PSL, PSC e PHS para compor a chapa. Sábado haverá o encontro estadual do PT que marca oficialmente o lançamento da pré-candidatura dele e da ex-prefeita Marta Suplicy ao Senado. O ato terá a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff. Até o momento, a chapa de Marcante tem o apoio do PDT, PR, PRB, PC do B e PSL.

Segundo o presidente do PT de São Paulo, Edinho Silva, o nome mais forte para compor com Marta é o do vereador Netinho de Paula (PC do B). O dirigente petista disse que as conversas com o PSB estão suspensas, enquanto os socialistas mantiverem a opinião de lançar o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, candidato ao governo paulista. Desde o início do processo estamos respeitando o PSB, que optou pela a construção de uma candidatura própria , disse Silva.

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Muy amigos

O PT sempre achou ser o dono do Brasil. Agora com o pré-sal, pronto: pensam que são donos das riquezas das profundezas do mar. Mas e os amigos do RJ e do ES? Ficaram chupando o dedo.

No ES, o Senador Renato Casagrande – que um dia desses posava de amigo do Lula comeu mosca. Falou, falou mas não conseguiu nem um tostão a mais pro povo capixaba. Fraco. Meus amigos do ES que me desculpem, mas com um senador desses ninguém precisa de inimigo.

Os cariocas tb se lascaram. Apesar da fumaça criada pelo Senador Dornelles, nadica de royaltes. Bem que tentou, esperneou, gritou. Não levou nada.

Os Alckmistas estão chegando…

"Alckmin aguarda o 'start' de Serra

Os Alckmistas estão chegando...

O ex-governador Geraldo Alckmin espera receber o quanto antes sinal verde de José Serra para começar a campanha ao Palácio dos Bandeirantes. Cautelosos para não passar a mensagem de que querem pressionar o governador, tucanos próximos a Alckmin avaliam que somente com a autorização poderão dar mais consistência às conversas para a montagem de uma coligação.

As expectativas do time do hoje secretário paulista do Desenvolvimento estão voltadas para o dia 31. Na ocasião, Serra planeja fazer um balanço de sua gestão, em um evento no Palácio dos Bandeirantes. Alckmin estará ao lado do tucano, assim como outros secretários. O ex-governador tem trabalhado pela sua candidatura e conseguiu consolidar o seu nome na disputa interna do partido. Até agora, entretanto, não foi chamado para uma conversa com Serra.

É esperar para ver…

O voto paulista

O PT de São Paulo ainda espera, mas apenas formalmente, a reunião entre o presidente Lula e o deputado Ciro Gomes, pré-candidato do PSB à sucessão presidencial, para lançar ao governo de São Paulo o senador Aloizio Mercadante. Espera com a pressa de caso decidido.

Com mais de 22% dos eleitores brasileiros, São Paulo tem o maior colégio eleitoral do país e jamais deu um voto de confiança ao PT para governar o estado. O partido perdeu em 2006 com Mercadante, senador eleito em 2002 com votação recorde, e nunca repetiu nome nas eleições em que disputou no estado, vencidas pelo PSDB e PMDB.

O presidente Lula ensaiou mudar o disco com Ciro, vendo a chance de com ele tirar o estado do PSDB. E sobretudo tirá-lo da disputa com a candidata já consagrada pelo PT, a ministra Dilma Rousseff.

O roteiro pareceu completo quando Ciro o atendeu e transferiu em setembro o domicílio eleitoral do Ceará para São Paulo. No meio do caminho, com as alfinetadas de Ciro no PT paulista, Lula passou a ver méritos na persistência – ele próprio vitorioso só na quarta tentativa. Mercadante, praticamente reeleito, segundo as pesquisas internas do PT, foi persuadido neste cenário a mudar de objetivo.

Para Mercadante, não só para fazer número e dar palanque a Dilma. Para Lula, porque é o nome mais visível e mais bem avaliado do PT em São Paulo para a disputa, provavelmente contra Geraldo Alckmin, sem Ciro tirado da cartola. O que será vai depender do eleitor.
(Correio Braziliense)

TRE-SP suspende propaganda do PT paulista com Lula e Dilma

PT pode ser multado por propaganda

SÃO PAULO – O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) de São Paulo acolheu representação do PMDB estadual e suspendeu a propaganda partidária do PT paulista, na qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz uma série de elogios à ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. A decisão foi confirmada pela assessoria da Justiça Eleitoral de São Paulo.

Na peça de 30 segundos veiculada nas emissoras de TV e Rádio desde a última sexta-feira, Lula diz que, embora seja mineira, a ministra “tem a cara de São Paulo”. O Estado é tido como prioritário para a campanha petista, sobretudo em relação às pretensões de Dilma de suceder o presidente, já que se trata do maior colégio eleitoral do país.

O desembargador Alceu Penteado Navarro, no entanto, entendeu que a peça ultrapassa os limites do artigo 45 da lei dos partidos ao realizar propaganda eleitoral ao invés de divulgar os ideais da legenda. As emissoras já foram notificadas da decisão e as inserções devem ser retiradas do ar ainda hoje.

Apesar disso, o PT poderá substituir a propaganda por outra.

Valor

Ciro cria mal estar com PT paulista

Por onde anda, por onde fala Ciro Gomes costuma criar polêmica, inimigos e desafenças até com aliados. Não foi diferente com o PT de São Paulo. Depois de tentar forçar uma candidatura do ex-governador do Ceará para disputar o Palácio dos Bandeirantes, a legenda do PT paulista ficou magoada com uma declaração de Ciro dizendo que o partido do Estado e´um “desastre”.

De acordo com o presidente do PT de São Paulo, Edinho Silva, a opinião de Ciro está fora de sintonia. “É uma situação fora de contexto ao processo que nós estávamos construindo com ele, que é de muito respeito e lealdade”, afirmou.

Ainda segundo o presidente do PT-SP, a possível aliança para lançar Ciro candidato em São Paulo está praticamente sepultada. “[A declaração] interrompe um processo de construção que estávamos fazendo”, disse.

Aqui não!

Aloizio Mercadante ainda não foi lançado candidato ao governo paulista, mas já manifestou ao PT e ao Planalto sua contrariedade com a visita que Dilma fará hoje à Fiesp, evento que indiretamente servirá para promover a campanha do presidente da entidade, Paulo Skaf (PSB), ao mesmo cargo.