Ao lado de Mercadante, Netinho oferece show em troca de votos!

Netinho de Paula, candidato a uma vaga no Senado, visitou Araras e participou ao lado de Aloísio Mercadante do então candidato a prefeito de Araras Nelson Bambrilla. Em seu discurso Netinho disse que o candidato lhe fez dois pedidos. O primeiro uma visita a cidade e o segundo de fazer um show em caso de vitória no pleito.

Netinho então prometeu aos eleitores que caso o resultado das urnas fosse favorável ao candidato do PT no domingo, na segunda ou na terça traria Belo, e sues “mano” para fazer um pagodão.

O vídeo comprova a troca de votos por show, por acaso alguém flagrou o abuso e resolveu colocar no You Tube. Mas isso acontece Brasil afora. O filme “Lula, o filho do Brasil” está sendo promovido por diversas prefeituras com a clara intenção de fazer campanha eleitoral.

Veja no Terra que Bambrilla ganhou por poucos votos. Conclusão: a promessa de um “pagodão” pode ter sido decisiva na eleição.

PT lançará Mercadante ao governo

O PT lançará o senador Aloizio Mercadante como pré-candidato ao governo de São Paulo ainda em busca dos pequenos partidos como PRTB, PTN, PSL, PSC e PHS para compor a chapa. Sábado haverá o encontro estadual do PT que marca oficialmente o lançamento da pré-candidatura dele e da ex-prefeita Marta Suplicy ao Senado. O ato terá a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff. Até o momento, a chapa de Marcante tem o apoio do PDT, PR, PRB, PC do B e PSL.

Segundo o presidente do PT de São Paulo, Edinho Silva, o nome mais forte para compor com Marta é o do vereador Netinho de Paula (PC do B). O dirigente petista disse que as conversas com o PSB estão suspensas, enquanto os socialistas mantiverem a opinião de lançar o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, candidato ao governo paulista. Desde o início do processo estamos respeitando o PSB, que optou pela a construção de uma candidatura própria , disse Silva.

‘Dilma não se segura sem o Lula’, avalia José Aníbal

Diário do Grande ABC – Beto Silva

Em visita a Santo André na semana passada, quando fora realizado ato de credenciamento da Prefeitura andreense junto ao Sistema Paulista de Parques Tecnológicos, o deputado federal José Aníbal (PSDB-SP) afirmou que a ex-ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT ao Palácio do Planalto, “não se segura sem o presidente Lula”. “Não criou peso específico próprio. Até porque o trabalho de gestão dela no PAC deixou muito a desejar. De mãe foi virando madrasta”, frisou categórico o parlamentar. “E agora fizeram essa encenação toda de lançar o PAC 2, que virou piada, literalmente”, completou.

Aníbal pretende se candidatar ao Senado nas eleições. Mas ainda disputa internamente a preferência do partido com Aloysio Nunes, que deixou recentemente o comando da Casa Civil do Estado. O deputado disse que essa concorrência é “saudável” e aproveitou para criticar os dois senadores petistas, Aloizio Mercadante e Eduardo Suplicy. “São de oposição ao governo e ao Estado, porque viabilizam muito pouca coisa para cá.” Em entrevista exclusiva ao Diário, Anibal falou também do Mensalão do DEM do DF, de antecipação de campanha e da corrida pelo Palácio dos Bandeirantes.

DIÁRIO – Qual o motivo da visita a Santo André, deputado?

JOSÉ ANÍBAL – Desde que fui secretário de Ciências, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Estado, há dez anos, vejo essa vocação para o desenvolvimento que São Paulo tem. Inovar. Isso impõe a São Paulo uma série de desafios, dentre eles ter recursos humanos bem qualificados. Felizmente hoje temos uma rede de ensino técnico e tecnológico que está fazendo isso muito bem. Essa coisa me motiva muito porque é uma coisa puxando a outra. É uma necessidade do setor produtivo e ao mesmo tempo ter de disponibilizar a qualificação profissional, somando uma com a outra, além de grandes instituições de pesquisa e, agora, finalmente Santo André contemplada com esse parque tecnológico. E o Grande ABC se diferencia de forma prática primeiramente acolhendo indústria, depois com recursos humanos e agora dá esse novo salto, de inovação tecnológica.

DIÁRIO – Está trabalhando para concretizar a candidatura do senhor ao Senado?

ANÍBAL – Nós tucanos temos duas coisas já bem definidas: nosso candidato a presidente, José Serra, e Geraldo Alckmin como candidato a governador. Dia 10 de abril será o lançamento da candidatura à Presidência em Brasília e logo em seguida a do Geraldo, em São Paulo. As oficializações são nas convenções (de junho), mas já é certo que os dois serão candidatos. Com relação a mim, tenho meu nome colocado para a disputa ao Senado. E o PSDB vai apurar quem será o pleiteante, pois existem outros que gostariam de ser. Então vamos aguardar essa convergência. Porque é importante o PSDB voltar a ter um senador da República.

DIÁRIO – Essas escolhas influenciam na formação das chapas, das alianças de apoio. Tem espaço para todo mundo?

ANÍBAL – Certamente o (Orestes) Quércia sai candidato a senador pelo PMDB, nosso parceiro, e tem também o senador Romeu Tuma (PTB – que buscará a reeleição), que estará coligado conosco. Tem espaço para todos porque são duas vagas. É saudável que tenhamos candidatos que possam procurar ter a confiança do eleitor de São Paulo. O importante é que o partido volte a ter um senador que represente o Estado. Os senadores que São Paulo tem hoje, sobretudo os dois do PT (Aloizio Mercadante e Eduardo Suplicy) são de oposição ao governo e ao Estado, porque viabilizam muito pouca coisa para cá. O senador, independentemente da ligação com o governador, tem de batalhar recursos para o Estado dele. Nos programas do governo, nas propostas orçamentárias, acontece muito pouco porque não interagem com o governo.

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Os Alckmistas estão chegando…

"Alckmin aguarda o 'start' de Serra

Os Alckmistas estão chegando...

O ex-governador Geraldo Alckmin espera receber o quanto antes sinal verde de José Serra para começar a campanha ao Palácio dos Bandeirantes. Cautelosos para não passar a mensagem de que querem pressionar o governador, tucanos próximos a Alckmin avaliam que somente com a autorização poderão dar mais consistência às conversas para a montagem de uma coligação.

As expectativas do time do hoje secretário paulista do Desenvolvimento estão voltadas para o dia 31. Na ocasião, Serra planeja fazer um balanço de sua gestão, em um evento no Palácio dos Bandeirantes. Alckmin estará ao lado do tucano, assim como outros secretários. O ex-governador tem trabalhado pela sua candidatura e conseguiu consolidar o seu nome na disputa interna do partido. Até agora, entretanto, não foi chamado para uma conversa com Serra.

É esperar para ver…

PP: Política e Pagode

Netinho vai brigar por vaga no Senado

A campanha ao Senado será ao som de pagode. Isso porque  o PC do B decidiu lançar o vereador Netinho de Paula ao Senado. A decisão, tomada em reunião no começo da semana, já foi comunicada aos oito partidos que formam o bloquinho de esquerda no Estado. Segundo Nádia Campeão, presidente estadual do PC do B, trata-se de uma decisão unânime e irreversível da direção do partido. “Queremos que ele seja o candidato da frente em São Paulo. O bloco precisa se manter unido”, diz. É, pelo jeito a classe “artística” terá mais um representante na luta pelo poder. E de luta Netinho entende muito bem.

Império da esfiha

E O IMPÉRIO da esfiha só cresce em São Paulo. Depois de Maluf, Afif, Alckmin e Kassab, Paulo Skaf surge agora como postulante ao governo. Parece que todos os descendentes de libaneses, turcos e árabes que vivem em Sampa resolveram entrar para a vida pública. A cesta básica dos paulistas deveria ser preparada na Habib´s.
Diário de Pernambuco

Ciro Gomes vai ou não vai?

Ciro anda de cabeça quente

O PT reforçou ontem o discurso de que a pré-candidatura do deputado Ciro Gomes (PSB) à Presidência perdeu força, diante do resultado da pesquisa Datafolha, que mostra um crescimento da candidata do PT, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse que Ciro perdeu o principal discurso de que sua presença na disputa era importante para forçar um segundo turno entre Dilma e o governador de São Paulo, José Serra (SP), que deve ser o candidato do PSDB.

Segundo petistas e integrantes do PSB, Ciro deve ter uma conversa definitiva com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por volta do dia 15.

— O que acabou foi o discurso do Ciro. Se ele quiser continuar, tem que ficar com outro discurso. O discurso (de que era essencial) não se sustenta. Agora, ele fica se tiver outros elementos — disse Vaccarezza, acrescentando que o deputado do PSB tem todo o direito de concorrer à Presidência.

Do O Globo