• Passou, mas não esquecemos!

    agosto 2018
    S T Q Q S S D
    « ago    
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    2728293031  
  • Categorias

  • Quem escreve

  • Mais Acessados

    • Nenhum
  • Anúncios

PT não tem “plano B” para SP caso Ciro desista, mas tem nomes fortes, diz Vaccarezza

O PT espera definir até abril o nome do candidato do partido que vai disputar o governo de São Paulo, caso o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) mantenha sua candidatura à Presidência da República. Segundo o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), o partido não tem “plano B” caso Ciro desista de concorrer ao governo do Estado – mas possui nomes em condições de entrar na disputa.

“O PT não tem plano B, nós tínhamos o plano de botar o Ciro. O que queremos é juntar uma frente de partidos do governo Lula que pode ganhar as eleições em São Paulo”, afirmou.

Vaccarezza disse que o PT não tem pressa para solucionar o impasse em São Paulo uma vez que o PSDB ainda não definiu quem será o seu candidato – mesmo estando no governo do Estado. “Eu acho que até abril podemos construir um nome. E não é tarde porque não acho que os tucanos terão o nome deles até abril”, afirmou.

No PSDB, o nome do ex-governador Geraldo Alckmin é cotado para disputar o cargo. O partido, no entanto, ainda não definiu se Alckmin vai entrar na corrida para suceder Serra no Palácio dos Bandeirantes.

O líder reiterou que Ciro não está disposto a concorrer ao governo de São Paulo, mesmo com a pressão do Palácio do Planalto para que retire sua candidatura da corrida presidencial para fortalecer a petista Dilma Rousseff (Casa Civil).

“Se ele quiser ser candidato à Presidência, ele tem direito. Mas a base do presidente Lula e o PT vão com a Dilma. A avaliação é que ele está com dificuldades de ser candidato em São Paulo, já me disse que não vai ser”, afirmou.

No caso da desistência de Ciro, Vaccarezza disse que o PT tem nomes “muito fortes” para disputar o governo estadual – como o senador Aloizio Mercadante, a ex-prefeita Marta Suplicy e o prefeito de Osasco, Emídio de Souza.

Nesta terça-feira, o novo presidente do PT-SP, Edinho Silva, afirmou que Ciro pediu para adiar para depois do Carnaval uma reunião com os dirigentes de oito partidos – PSB, PT, PDT, PC do B, PTC, PRB, PSC e PTN – para discutir sua candidatura ao governo do Estado.

Segundo o presidente do PT paulista, Edinho Silva, Ciro pediu mais tempo para conversar com os partidos já que não descartou candidatura. As legendas, que fazem oposição em São Paulo ao governador José Serra (PSDB), acertaram que Ciro é um nome de consenso para o governo paulista.

Anúncios

E o PT continua batendo cabeça

Esta é de lascar. Marta Suplicy quer porque quer ser indicada pelo PT para concorrer ao Governo de São Paulo. Mesmo acumulando derrotas atrás de derrotas nos últimos anos, Martaxa não desiste. Mas desta vez ela resolver apelar.

Para minar de vez os planos do presidente Lula em lançar Ciro Gomes como nome da legenda ao Palácio dos Bandeirantes, a ex-prefeita quer sair candidata junto com seu ex-marido, Eduardo Suplicy. Isso mesmo. Era só o que faltava.

O PT tem ainda outros nomes que pretendem concorrer ao cargo. São eles: Antonio Palocci, Fernando Haddad, Emídio de Souza e Arlindo Chinaglia. Mas a coisa tá tão feia que o melhor deles nas pesquisas é Palocci (o do caseiro Francenildo) que amarga irrisórios 5% de intenção de voto…

…Enquanto isso, em Brasília, a ex-guerrilheira ministra Dilma Rousseff insiste em divulgar aos quatro ventos que a melhor opção para São Paulo é ter Ciro Gomes como candidato ao Governo. O plano é do Lula, mas Dilma, que não é nada boba, quer caminho livre para a disputa pelo Planalto.

É, parece que o PT ainda não percebeu o que o Estado de São Paulo representa. Tampouco a importância e a força política exercida pelo povo paulista. Ah, e que Lula – embora tenha ganhado a última eleição – perdeu em São Paulo -, uma resposta que deve se consolidar novamente no próximo pleito para todos os cargos, inclusive governador e presidente. É esperar para ver.

Candidatura do PT em SP está a reboque de Ciro Gomes

Reuters – Carmen Munari

A candidatura do PT ao governo de São Paulo está na dependência da decisão do deputado Ciro Gomes (PSB-CE). Lideranças do partido passaram a defender abertamente o nome de Ciro, mesmo que essa questão só tenha um desfecho em março de 2010.

Até lá o PT deve definir um nome próprio para a sucessão do governador José Serra (PSDB), mas terá de abdicar da indicação se Ciro concordar em concorrer no Estado.

“Se for esta a escolha democrática do PT, da minha parte não tenho problema em apoiar”, afirmou à Reuters o senador Eduardo Suplicy (SP), um dos pretendentes a governador pela sigla.

Suplicy disse que levou esta determinação ao próprio Ciro na semana passada. Ciro “agradeceu” e manteve sua posição de concorrer à sucessão presidencial, mesmo tendo transferido o domicílio eleitoral para São Paulo.

Também o prefeito de Osasco, Emídio de Souza (PT), colocou seu nome à disposição do partido, com a clara disposição de desistir. Para ele, o nome a ser escolhido pelo PT deve saber que tudo “pode mudar”.

“O PT não pode opor veto a nomes dos partidos aliados”, disse. “Não podemos nos opor a Ciro Gomes.” O prefeito divulgou um documento em que defende a “prevalência do projeto nacional”.

Esta estratégia tem o apoio, segundo Emídio, dos deputados Cândido Vaccarezza, líder do PT na Câmara, João Paulo Cunha, José Genoino e José Mentor.

“Se for a solução nacional, Ciro será nosso candidato em São Paulo”, disse Vaccarezza (SP), que acredita na definição de Ciro por São Paulo.

O petista foi o primeiro a levar a Ciro o desejo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que o deputado desista da campanha nacional e se lance ao governo paulista com o apoio do PT, deixando livre o campo dos aliados para a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) disputar a sucessão presidencial. Esta é a opção nacional a que se referem os integrantes da legenda.

Uma ala do PT teria até se adiantado e oferecido ao PSB dois pré-candidatos a vice – Emídio e o presidente do PT-SP, Edinho Silva. O assunto teria sido discutido em reunião da ala Construindo um Novo Brasil, majoritária no PT, na semana passada. A reunião foi confirmada, mas os dois negam o acerto.

“Não tem sentido discutir a vice de quem não é candidato”, disse Emídio. Edinho, ex-prefeito de Araraquara, afirmou que pretende concorrer a uma vaga de deputado estadual.

Marta

A maior frente anti-Ciro vem do grupo da ex-prefeita Marta Suplicy – a principal voz em defesa da candidatura própria.

No início de outubro, ela chegou a afirmar que Ciro “não tem a ver com São Paulo”. Agora, amenizou seus comentários.

“Qualquer posição agora é muito açodada. Tudo está nublado, o que tinha que falar eu já falei”, disse Marta à Reuters. “O PT tem que caminhar com sua candidatura e mais adiante vamos ver.”

Apesar de se manter na disputa interna pela candidatura ao governo paulista, Marta defende o nome do deputado Antonio Palocci para a vaga. Palocci também já se colocou à disposição, mas é outro que prioriza a candidatura Dilma.

Ciro acertou com Lula que a decisão será tomada em março, sete meses antes da eleição. Por isso, a postulação do deputado é vista por muitos petistas como “ordem de cima a ser cumprida”, mesmo que a considerem antinatural.

Por outro lado, é voz corrente no partido que Ciro tem grande capacidade de “desconstruir” os tucanos, que governam o Estado desde 1995. No PSDB, que ainda não definiu o sucessor de Serra, os mais cotados são o ex-governador e secretário Geraldo Alckmin e o também secretário Aloysio Nunes Ferreira.

Segundo o senador Renato Casagrande, do PSB, Ciro deve avaliar em sua decisão as pesquisas de intenção de voto para presidente, que atualmente lhe são favoráveis e a possibilidade de conquista de aliados (que deverão estar com Dilma), que lhe daria tempo maior de TV.

Quanto ao vínculo com o projeto Dilma, o senador disse que o presidente Lula já indicou sua prioridade, que é o PMDB. “Os partidos de esquerda estão alijados do processo”, afirmou.

Maluf indica Russomano para concorrer ao Governo de SP

paulo-malufCansado de perder nas eleições majoritárias, Paulo Maluf (PP) indicou o deputado-federal Celso Russomano para ser o candidato da legenda ao governo de São Paulo.  Russomano foi escolhido por unanimidade por 21 membros do partido em uma reunião a portas fechadas na tarde desta segunda-feira (26/10).

O que ninguém entende até agora é por que Maluf desistiu da disputa, um político que adora uma eleição. Uma das respostas para essa atitude está no encontro que deve ocorrer na próxima quarta-feira com Dilma Roussef, candidata do PT à presidência da República. Será que Maluf irá pleitear algum cargo caso o PT vença as eleições? Se for isso, mais um motivo para não votar em Dilma.

Para Berzoini, se Ciro quiser será candidato em S. Paulo

Mesmo com a resistência de setores do PT paulista, o presidente do partido, deputado Ricardo Berzoini, disse nesta quinta-feira, em Brasília, que a candidatura do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) ao governo de São Paulo é viável, basta ele querer.

– Até agora ele diz que não quer ser candidato ao governo. Se ele disser que quer e for tratar com Lula haverá um bom diálogo com o PT e vai ser possível construir [a candidatura].

Esse “querer” de Ciro é algo que vem tirando o sono de parte do PT, uma vez que ele passou a ministra Dilma Rousseff nas pesquisas de intenção de voto para a presidência da República.

Por isso, além de oferecer a candidatura ao governo paulista, o PT está com pressa na articulação de alianças. Quer deixar o PSB isolado e sem outra saída que não o apoio ao PT.

Berzoini nega que a estratégia seja de “desidratação” da candidatura de Ciro, uma vez que é obrigação do PT construir seu arco de apoios para 2010.

– Não podemos tratar a questão do Ciro como desidratar uma candidatura. Nós temos que convencer ele a vir conosco. As conversas que estamos tendo com os outros partidos são nossa obrigação, e estão sendo boas e animadoras.

*do Blog do Noblat

——————————————-

É, ao que parece, o PT vai mesmo dar um presentão ao povo paulista. CIRO GOMES CANDIDATO.

”Exilado” no PSDB, Alckmin reage ao fogo amigo e busca se fortalecer

Estado de S. Paulo
Julia Duailibi e Vera Rosa

alckminAlvo de fogo amigo no ninho tucano, o pré-candidato do PSDB ao governo paulista Geraldo Alckmin decidiu mudar a estratégia de campanha ao Palácio dos Bandeirantes. Mantido numa espécie de exílio político, o secretário estadual de Desenvolvimento, líder das pesquisas de intenção de voto em São Paulo, trabalha agora para se reaproximar do PSDB, diminuir a resistência interna e consolidar seu nome na corrida, com a chancela do governador José Serra.

Aliados de Alckmin identificaram adversários, principalmente no DEM, que tentam “vender” sua imagem como a de um homem isolado. Tudo com o objetivo de amarrar o PSDB ao secretário-chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, outro postulante à cadeira de Serra. Munido desse diagnóstico, o ex-governador foi convencido de que é preciso agir rápido para neutralizar o bombardeio na seara tucana.

De temperamento discreto e sem tino para articulação política, Alckmin entrou na operação para fortalecer seu nome. “Estou saindo do período sabático, mas continuo na fase paz e amor”, anunciou. Apesar de contar com até 60% das intenções de voto, segundo pesquisas contratadas pelo partido, ele coleciona desafetos no PSDB e seu relacionamento com Serra, candidato à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é apenas protocolar.

Disposto a mostrar serviço, Alckmin atuou pessoalmente, nas últimas semanas, para levar filiados ao PSDB. Foram 12 adesões que renderão candidatos a deputados federal e estadual. Além disso, ele tentou organizar reunião com a bancada paulista do PSDB na Câmara. Foi desaconselhado, sob o argumento de que ali prevalece o racha. Passou, então, a chamar parlamentares para conversas em seu escritório. A todos apresenta o mesmo script: uma dúzia de pesquisas, feitas por prefeitos, nas quais desponta como favorito na disputa.

Numa sinalização bem recebida por alckmistas, Serra delegou ao ex-governador a tarefa de representá-lo na filiação da deputada Rita Camata (ex-PMDB) ao PSDB, no último dia 30. Alckmin deixou a discrição de lado e desembarcou em Vitória (ES) acompanhado de oito deputados paulistas, que formam sua “tropa de choque”.

O secretário de Serra sofreu dois revezes, nas últimas semanas, que o ajudaram a sair da toca: o desembarque do PSDB de seu afilhado político Gabriel Chalita – vereador mais votado do País, que migrou para o PSB – e a filiação do deputado Geraldo Vinholi, ex-PDT, costurada à sua revelia. O parlamentar, que operou na Assembleia Legislativa contra Alckmin, quando ele era governador, chegou ao PSDB dizendo se identificar “com Serra e Aloysio”. Alckmin se sentiu desrespeitado.

LULÉCIO – DILMIN

Ele também ficou bastante irritado ao perceber o movimento pró-Aloysio organizado com o apoio do DEM. A temperatura entre “alckmistas” e “aloysistas” subiu tanto nos últimos meses que adversários dos tucanos já apostavam, em tom de galhofa, em comitês conjuntos entre Dilma Rousseff, candidata do PT à sucessão de Lula, e Geraldo Alckmin, em 2010.

A distorção, batizada de “Dilmin”, foi inspirada na eleição de 2006, quando apareceram em Minas os comitês “Lulécio”, numa referência a Lula – então candidato à reeleição – e ao governador Aécio Neves, que também concorria ao segundo mandato. Aliados de Alckmin chegaram a identificar uma assessora do Palácio dos Bandeirantes que, ao marcar cerimônias do governo, pedia aos prefeitos apoio a Aloysio.

Empenhado em desfazer a imagem de político que cria atritos – em 2006 ele desafiou Serra e saiu candidato à Presidência e, no ano passado, disputou a eleição contra o prefeito Gilberto Kassab (DEM), aborrecendo o governador -, Alckmin afirma agora estar disposto a ajudar o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), a montar palanques para a campanha tucana ao Planalto.

“Eu tive muita aliança e pouco apoio. Sei que isso precisa ser construído”, admitiu o ex-governador, neoadepto da técnica de Pilates, que passou a praticar duas vezes por semana com os vizinhos de prédio.

Guerra tenta jogar água no confronto entre Alckmin e Aloysio. “Nós estamos trabalhando para unir o partido”, disse ele. Na prática, apesar do discurso pacificador, a rede de intrigas preocupa a cúpula do PSDB. O Estado, maior colégio eleitoral do País, terá influência decisiva na sucessão de Lula em 2010. A avaliação é que qualquer turbulência em São Paulo pode prejudicar a eleição de Serra, que deve enfrentar difícil campanha contra Dilma.

Na tentativa de mostrar sintonia com a direção do PSDB, Alckmin irá a Goiás, na semana que vem, e à Bahia, no começo de novembro. Nas duas viagens, ele participará dos encontros nacionais do PSDB para debater temas como emprego e segurança, que rendem votos.

Além de “tourear” os aliados de Aloysio, o ex-governador também está de olho no deputado Antonio Palocci, possível candidato do PT à sucessão de Serra. Não parece acreditar que Ciro Gomes (PSB-CE) vá encarar a empreitada em São Paulo. Alckmin e Palocci são médicos. Quando o petista era ministro da Fazenda, confidenciou ao tucano que, se voltasse no tempo, gostaria de ser psiquiatra. Foi então que Alckmin lhe deu o livro Curar – o stress, a ansiedade e a depressão sem medicamento nem psicanálise, escrito por David Servan Schreiber. Um livro que trata das emoções e, no diagnóstico dos alckmistas, vale para qualquer campanha.

Não só de aparências. Como fica o Estado de São Paulo em 2010

Faltando um ano para as eleições, o PSDB se une cada vez mais em prol de uma candidatura forte frente à “mãe do PAC”.
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, andou visitando o Palácio dos Bandeirantes. Projeta-se que ele seja o vice de José Serra em sua provável subida ao Planalto.
O Secretário Chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, igualmente pré-candidato do partido – nesse caso para a cadeira do Estado – não esconde seu desejo em tornar-se o próximo Governador e parece não se abalar com notícias não raramente publicadas sobre uma possível candidatura de Geraldo Alckmin, seu concorrente no partido. Até uma falsa decisão de Serra por Alckmin e um veto à Gilberto Kassab, atual prefeito de São Paulo, já foram divulgados. No entanto, nenhuma das personalidades envolvidas, sobretudo do governador tucano – que afirma constantemente que a discussão eleitoral é assunto para 2010 – sustentou a afirmação. Pelo contrário, Serra faz questão de dizer, sempre que pode, que Aloysio Nunes Ferreira é seu complemento.
Mas apesar das pesquisas recentes apontarem vantagem de Alckmin nessa disputa interna, sua candidatura não parece ser tão certa. O Estado de São Paulo é governado por tucanos há quase 15 anos e os principais nomes da oposição, Antonio Palocci e Marta Suplicy, do PT, são personalidades políticas pra lá de desgastadas. Ou seja, ao que tudo indica, a decisão do munícipe paulista nas próximas eleições será plebiscitária em favor do partido e não do candidato.
Nesse contexto, Aloysio apresenta ampla vantagem em relação a Alckmin, além de ser evidente a preferência de Serra pelo Secretário Chefe da Casa Civil, que é indiscutivelmente melhor articulado com prefeitos, vereadores e deputados de todo Estado. A mobilização em favor do Secretário é cada vez maior, e é ele quem detém a força do governador, além de não ter nome e imagem desgastados. Aloysio tem o apoio irrestrito de políticos do DEM, como Gilberto Kassab, e do PMDB, como Orestes Quércia, mesmo à necessidade articulista – colocando-os em muitos eventos, no palanque com Geraldo. Também conta com antigos apoiadores do concorrente dentro do mesmo partido, como o Secretário Estadual de Transportes Metropolitanos, Tião Farias; o Secretário da Habitação, Lair Krähenbühl; o deputado estadual Marcos Zerbini e o deputados federais Walter Feldman e Mendes Thame.
Até o final de março a escolha deve ser feita. Esse é o prazo para o futuro candidato se desincompatibilizar de seu cargo.
Cabe lembrar que, mesmo com toda força que Alckmin julga ter junto ao munícipe, ele foi derrotado pelo atual prefeito da capital, Kassab, que assim como Aloysio era pouco conhecido até as eleições. Vindo de duas derrotas consecutivas – presidência e prefeitura – Alckmin parece estar novamente na berlinda, mesmo querendo demonstrar o contrário mantendo o sorriso “tranqüilo” sempre estampado no rosto.